O fim dos políticos: Como a inteligência artificial pode substituir prefeitos e vereadores Se você entrar na cabine de um Airbus A350 ou de um Boeing 787 hoje, vai perceber que o papel dos pilotos mudou drasticamente. Nas aeronaves modernas, a intervenção humana tornou-se estritamente pontual. Da decolagem ao pouso, computadores de bordo ultra-avançados processam milhares de dados por segundo, calculando rotas, ajustando o consumo de combustível e corrigindo a trajetória em tempo real. Os pilotos humanos estão ali apenas para supervisionar o sistema e intervir em falhas críticas de última instância. A engenharia aérea entendeu, há décadas, que para garantir a segurança e a eficiência máxima, o fator humano passível de cansaço, distração e erro, precisava ser gradualmente retirado do controle direto. Agora, faça um paralelo com a gestão das nossas cidades. Enquanto confiamos vidas e tecnologias bilionárias a algoritmos de navegação nos céus, em terra firme nós insistimos em deixar...